quinta-feira, 10 de maio de 2012

Questões enviadas pelos alunos relacionadas aos textos

Felmlee, D. I. Interaction in Social Networks (2006). In Delamater,J. (Ed.) Handbook of Social Psychology (pp.389-409). New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers.


ALLAN, Graham. Social networks and personal communities. In A.L. Vangelisti, & D. Perlman. The Cambridge Handbook of Personal Relationships, 2006 (p.657-671).

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Quais situações ou fatores podem ser considerados como os mais influentes para o individuo, na sua decisão de reconfigurar a sua rede de relacionamentos ou simplesmente sair de uma ou entrar em outra?


Que fatores exógenos são capazes de influenciar nas mudanças das decisões do grupo de acordo com o modelo dos efeitos da rede?

Porque as relações entre as pessoas devem ser abordadas dentro de um determinado contexto?

As redes sociais concorrem para a estratificação da sociedade. Que beneficios se pode esperar para os dias de hoje?

Nos conteúdos referentes a Grupos, Coletividades e Redes Sociais fiquei propenso a fazer correlações com os textos das últimas aulas, em especial o que ficou sob a minha responsabilidade para apresentação. Desse modo, minha primeira questão decorre das possibilidades e limites de aproximação das ideias do texto com a Teoria das identidades Sociais.

E, no tocante ao desenvolvimento das dinâmicas intergrupais, como reconhecemos / avaliamos as possibilidades de inter-relação entre os conceitos de centralidade, transitividade e cliques (presente no texto), e os comportamentos sociais relacionados à diferenciação positiva (oriundo da Teoria das Identidades Sociais)?

A abordagem das redes sociais foca naquilo que se chama de microrrelações, algo que, muitas vezes, é visto como algo menor nas ciências humanas sob o argumento de que as ações humans estão inseridas em um contexto maior. Neste sentido, seria insuficiente estudar as relações humanas a partir das microrrelações. Mas será que certos resultados obtidos de estudos que investigam as microrrelações não refletem ou, até mesmo, podem servir de meios para a revisão e a modificação das macrorrelações?

Segundo os resultados das pesquisas na abordagem das redes sociais, fatores raciais, gênero e idade continuam exercendo influência nas relaçãoes, assim como nos resultados de estudos de outras abordagens da psicologia social. Isso não seria mais uma evidência de que relações mais amplas e básicas também poderiam ser entendidas a partir das microrrelações?

Considerando a abordagem "Social Convoy" (que é referente as transferências e como o próprio Antonucci coloca que são estudos vindo da gerontologia e das temáticas sobre envelhecimento e tem foco em perceber em como os indivíduos articulam-se cercados por pessoas bem proximas e importantes para elas e que tenha uma influencia critica na sua vida e bem estar), há alguma relação conceitual com a transferência psicanalítica? 

Dentro das subareas do trabalho empírico, sobre a interação das redes sociais, o "Social Support", por ser aspecto das redes sociais que influência na saúde dos indivíduos, inclusive mental, viria a ser utilizada enquanto uma estratégia de enfrentamento a discriminações e exclusões sociais, por exemplo? 

Qual é a importância de se compreender os processos de alterações das redes sociais (membros, centralidade e densidade)?

Uma subárea da perspectiva de redes sociais é a relação diádica. Quais são as reações positivas e negativas que esse tipo de relação pode ocasionar?

De que maneira as transições no ciclo de vida impactam em mudanças nas redes sociais? 

Como, atualmente, o advento das redes sociais midiáticas, influenciam na configuração das comunidades pessoais dos sujeitos? 

Como se dá a relação entre os três princípios da perspectiva das redes sociais e a abordagem da Psicologia Social?

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