Augostinos, M; Walker, I. (2007). Social Cognition – an integrated introduction (p. 67-111). London: Sage Publications
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> As pesquisas em Psicologia Social, como por exemplo a pesquisa de modelos de subtipos de Hewstone,Hopkins e Routh(1992), são feitas na maioria das vezes em escolas e universidades. A Psicologia Social é ou será capaz de transportar esses resultados, assim como aqueles produzidos em laboratórios, para o “mundo real”, ou melhor, para outros ambientes sociais e como isso poderia ser feito?
> A nossa mente não tem condições de processar uma quantidade, de fato, enorme de informações que o mundo a nossa volta nos dá, através da socialização e pelas nossas próprias experiências e por isso ela precisa processar tudo num esforço de organização e simplificação, através de algumas estruturas cognitivas como esquemas ou categorizações e estereotipização. Seria portanto errado concluir que no caso dos esquemas dos estereótipos, é impossível acabar com a discriminação por raça e gênero por exemplo, tendo em vista que ela (a discriminação) é um subproduto do processo de estereotipização e essa última é uma estrutura extremamente funcional para o processamento de informações, haja vista sua persistência(Lippmann,1922)?
> Na página 88, Augustinos (2007) questiona as pesquisas sobre automatismos afirmando que se usam quase exclusivamente materiais de estímulo verbais ou rótulos para as categorias. Mas desde 2001, a partir dos trabalhos de Keith Payne, houve uma enorme produção de estudos pesquisando questões relacionadas ao automatismo fazendo uso de fotografias e outros tipos de imagem. Pelo menos segundo os estudos encontrados em revistas como o Journal of personality and social psychology, Journal of experimental social psychology, Journal of european social psychology, entre outros, o uso de imagens parece predominar. Como isto é visto pela cognição social?
> Até então, parece que todos os estudos sobre automatismo (ou a maioria deles, pelo menos) são laboratoriais. Já é pensada pelos psicólogos sociais uma forma de estudar automatismo e controle em trabalhos de campo? Se sim, como isso tem sido feito?
> A percepção social é explicada através de vários tipos de esquemas. Você considera que essas estruturas tem uma natureza mais cognitiva ou social? Justifique sua resposta.
> A representação social e a percepção social são teorias que tem pontos em comuns, mas que também tem particularidades que fazem ser divergentes. Discorra sobre as duas abordagens, apontando a principal divergência entre as duas.
> Qual a função dos processos de categorização e de formação de esquemas cognitivos na percepção e processamento de informações do mundo social?
> Qual a importância da discussão sobre o modelo de duplo processamento de informação (data-driven x theory driven thinking) no entendimento da percepção social?
> De que maneira os afetos influenciam no processamento de informações oriundas das relações sociais?
> Levando em conta a parte inicial do texto sobre o contexto histórico do conceito de cognição social, e levando em conta o conceito de alteridade, como uma projeção do que o outro pensa a nosso respeito, de que forma que a Teoria dos Esquemas entende o conceito de alteridade. É possível inferir que o processo de categorização podia se encarregar de dar conta de tais estímulos sociais?
> De acordo com o texto, nos últimos 10 anos, pesquisas apontam que grande parte das nossas percepções sociais acontecem automaticamente, fora dos processos de consciência. Quais os meios para uma comprovação? Existem visões diferentes sobre esse tema? Há que se destacar que, em estado de consciência ativa, é possível melhor elaborar internamente, de forma mais aprofundada e contextualizada as cognições sociais. Assim, aproximando-o talvez dos conceitos de representações sociais.
> Os "role schemas", pelos quais o indivíduo age para desempenhar determinados papéis na sociedade são divididos em características obsevacionais imediatas (raça, gênero etc.) e adquiridas ao longo do tempo. Destas, a última possui um caráter mais funcionalista (o doutor, o padre etc.) que pressupõe que o indivíduo aja de acordo com alguns traços comuns àquela instância que representa. Neste fluxo, como se entende a quebra de padrões de comportamento no âmbito dos "schemas" e das "representations" no tocante às suas estruturas em protótipos e núcleos? Qual seria a dinâmica entre as forças periféricas e nucleares?
> Segundo a perspectiva da psicologia discursiva, a categorização tem a finalidade de regular esquemas de apresentação dos indivíduos aos demais. Esta classificação, por sua vez, se baseia em modelos já existentes de aceitação ou reprovação de comportamentos, atitudes etc. A sociedade, então, é compreendida como um mosaico de nichos específicos ou apreendida em sua totalidade como agrupamento comum?
> O termo INCONSCIENTE ao qual segue pelo texto, como por exemplo, na citação "What is clear is that in-depth processing requires attention and effort whereas category-based processing is automatic and sometimes unconscious" (p. 77), possui origem cognitivista ou tem conotação psicanalítica?
> Considerando o termo "self schema" descrito no texto, como "esquema próprio referido para a estrutura conceitual que pessoas tem de si", colocado numa perspectiva individualizada, há algum termo específico para a referencia entitativa de coletividade "ingroup"?
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