Augoustinos, M. ; Walker, I. (2007). Social Cognition – an integrated introduction (p.112-147). London: Sage Publications
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> De que maneira o conceito de Atitude enquanto avaliação é uma evolução do ABC model?
> Qual a relação entre os conceitos de Percepção, Atribuição e Atitude?
> Podemos dizer, com base na Social Identity Theory, que as comunidades religiosas são exemplos de grupos que influenciam as atitudes e que estas atitudes são significativas não apenas para a intenção de comportamento, mas para o comportamento em si também?
> As noções de "information influence" e de "normative influence", apontados no tópico sobre polarização nos grupos, seriam aplicáveis na pesquisa sobre influência das mídias massivas na formação de atitudes? E seriam estas atitudes mais constituídas pelos meios ou apenas reforçadas? No caso dos grupos e sujeitos que formam atitudes sobre novos objetos/situações a partir de uma experiência mediada, há pesquisas que apontem se este tipo de atitude tende a ser mais flexível/controlada ou automática/implícita?
> De que forma a estrutura "esquema", os comportamentos e os afetos influenciam nas atitudes?
> Como as atitudes podem ser analisadas no processo interacional, dentro da perspectiva de Katz (1960), seguindo uma postura de função utilitarista?
> No que se refere a importância das atitudes para o funcionamento social, como esta articula (as atitudes) as relações sociais?
> A maneira de se portar frente a determinadas situações e contextos fala muito sobre as atitudes de cada pessoa. Como se dá a aquisição dessa forma de comportar-se frente às adversidades?
> Atitudes são apresentadas por Augoustinos e Walker como processos avaliativos a partir de um referente. Desta forma, o que pensamos e o que sentimos sobre este referente pode ser expresso de forma dicotômica (“Attitudes are expressed in the language of ‘like/dislike, ‘approach/avoid’ and ‘good/bad’ [p. 141]), devido à sua própria raiz avaliativa. Compreender as atitudes em pólos opostos (gostar, não gostar; aproximar, afastar etc.) não seria reduzir sua importância na relação com o comportamento? Isto é, dada a interrelação entre atitude e comportamento, esta classificação dicotômica não assume uma posição reducionista?
> As “subjective norms”(à Fishbein e Ajzen) fazem referência à crença do indivíduo acerca do que os outros esperam que ele faça. Neste ínterim, os autores afirmam que as atitudes não constituem o comportamento em si, mas que agem sobre “behavioural intentions”, que, por sua vez, predizem o comportamento (behaviour). Há referência das afirmativas de Fishbein e Ajzen com a ideia de atribuições disposicionais e situacionais, de autores como Fiske?
> Quais características distinguem as "atitudes" como um novo conceito dentro dos estudos em Cognição Social? E nos estudos em Representações Sociais?
> É possível dizer que ao compreender as atitudes como produtos do discurso (localizado num contexto específico e, portanto capaz de comportar contradições) a psicologia discursiva dá conta do fenômeno tanto a partir de uma dimensão individual quanto de uma dimensão coletiva?
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